Ninguém responde quando quebra
O sistema para, e quem fez já está em outro projeto. A operação fica esperando alguém resolver.
Sustentação de software, também chamada de manutenção de sistemas, é manter um sistema funcionando depois que ele entra no ar: corrigir, atualizar, ajustar e evoluir, com alguém que responde por ele.
Atualizado em
Tudo o que mantém o sistema no ar e melhorando, todo mês.
Vale para sistemas internos e para SaaS.
Porque quem fez já está em outro projeto, e ninguém ficou responsável por ele.
O sistema para, e quem fez já está em outro projeto. A operação fica esperando alguém resolver.
Corrigimos, ajustamos e evoluímos todo mês, com quem já conhece o sistema.
A diferença está em quem responde quando o sistema para.
| Critério | Chamado avulso | Freelancer | Time interno | Sustentação na Alcance |
|---|---|---|---|---|
| Quem responde quando quebra | Chamado avulso Quem atender o chamado | Freelancer Uma pessoa, quando tem agenda | Time interno A sua equipe | Sustentação na Alcance Nós, com prioridade para o que trava a operação |
| Conhece o sistema | Chamado avulso Começa do zero a cada chamado | Freelancer Se for sempre a mesma pessoa | Time interno Sim | Sustentação na Alcance Sim, desde a revisão inicial |
| Custo | Chamado avulso Por chamado, sem previsão | Freelancer Por hora ou por tarefa | Time interno Salários, encargos e contratação | Sustentação na Alcance Valor mensal combinado antes |
| Evolução | Chamado avulso Corrige o que quebrou | Freelancer Depende da disponibilidade | Time interno Divide o tempo com outras demandas | Sustentação na Alcance Ajustes e melhorias todo mês |
Com o código-fonte em mãos. Sem ele, ninguém consegue corrigir nem evoluir o que existe.
Peça o código a quem fez o sistema. Vale olhar o que o contrato diz sobre ele.
Hospedagem, domínio, banco de dados e contas de serviços. Confira em nome de quem cada um está.
Se alguma estiver no nome da empresa antiga, peça a transferência para o nome da sua.
Antes de mudar qualquer coisa, guarde uma cópia do código, do banco de dados e dos arquivos.
É o que fazemos primeiro: entender como o sistema funciona e mapear os riscos.
Primeiro o que trava a operação. Depois, uma lista de prioridades que você ajusta quando a operação muda.
Sem o código-fonte, não assumimos o sistema. O caminho é recuperar o código com quem fez ou construir um novo, como explica o guia de software sob medida.
Seis perguntas para fazer antes de fechar.
Quando o sistema para, precisa estar claro o que é resolvido primeiro.
Na Alcance: prioridade para o que trava a operação.
Antes de prometer prazo, quem assume precisa olhar o código e as integrações.
Na Alcance: revisamos o código e as integrações antes de tudo.
Além das correções, o sistema precisa de ajustes e melhorias para acompanhar a operação.
Na Alcance: ajustes e melhorias todo mês.
Trocar de fornecedor não pode significar perder o sistema.
Na Alcance: o código e os acessos continuam da sua empresa.
Um valor mensal conhecido evita surpresa no fim do mês.
Na Alcance: valor mensal combinado antes, e a proposta deixa claro o que está incluído.
Você precisa entender o que foi feito e por quê, sem ter alguém técnico na equipe.
Na Alcance: explicamos cada decisão em linguagem de negócio.
Depende do sistema: o tamanho, as integrações e quanto ele muda.
Com prioridade para o que trava a operação.
Costuma fazer sentido um ciclo mínimo, para criar ritmo e previsibilidade.
Pode perguntar.
Na prática, as duas palavras falam de manter o sistema funcionando depois que ele entra no ar. Na sustentação, a evolução também entra: ajustes e melhorias todo mês.
Sim, desde que exista o código-fonte. Primeiro revisamos o código e as integrações e resolvemos o que é urgente.
Aí não dá para assumir o sistema. O caminho é recuperar o código com quem fez ou construir um novo.
Com o código-fonte, sim. Começamos com um diagnóstico, mapeamos os riscos e definimos o caminho: contornar, refatorar por etapas ou substituir.
Depende do tamanho do sistema, das integrações, de quanto a operação depende dele e do volume de ajustes. O valor fica combinado antes, com prioridade para o que trava a operação.
Na sustentação, costuma fazer sentido um ciclo mínimo, para criar ritmo e previsibilidade.
Começamos em poucos dias, depois de combinar o escopo, os acessos e quem aprova.
Sim. A sustentação vale para sistemas internos e para SaaS: correções, atualizações, ajustes e melhorias todo mês.
Conte como ele está hoje. Começamos pela revisão do código e das integrações.