Tudo o que você precisa saber antes de começar.
Normalmente em poucos dias após alinhamento de escopo, acesso e responsáveis. Se for produto pronto, costuma ser mais rápido.
Dá pra acelerar quando o objetivo está claro e alguém do seu lado decide rápido. A gente organiza o caminho crítico e evita retrabalho.
Semanal ou quinzenal, conforme a fase do projeto. O padrão é ter entrega recorrente e previsível.
Velocidade vem de processo e reaproveitamento. Qualidade vem de definição de pronto, revisão e QA antes do go-live.
Não. A gente opera como fábrica parceira AI-driven: assume a execução e entrega com cadência. Você compra capacidade e resultado, não pessoas.
A gente. Você participa com prioridades e decisões. A execução, coordenação e garantia de qualidade ficam com a Alcance.
Canal direto, checkpoints semanais e visibilidade do backlog. Comunicação curta, objetiva e rastreável.
A gente monta o backlog junto, define o que é "must-have" e organiza por impacto e risco. Prioridade muda? O backlog reflete.
Mudança é normal. A gente trabalha com backlog e priorização. Você troca prioridade — a cadência e o controle permanecem.
Projeto fechado quando objetivo está muito claro. Capacidade contínua quando tem evolução constante e mudança de prioridade.
Pode ser por projeto (escopo fechado) ou por capacidade mensal (capacidade contínua). A proposta deixa explícito o que está incluído.
Depende do modelo. Pra capacidade contínua, geralmente faz sentido um ciclo mínimo pra criar ritmo e previsibilidade.
Critérios objetivos: teste básico, revisão, validação, checklist e aceite. Se não atende, não entra como entregue.
Quando o produto pede, sim. Em prazos curtos, a gente equilibra: QA sistemático + automações onde trazem retorno rápido.
Classificação por severidade e correção por prioridade. Se houver sustentação/SLA, isso entra no modelo com prazos acordados.
A gente pode assumir pipeline e release, ou operar junto com seu time. Depende de acesso e política do cliente.
Sim. Repositório e IP são do cliente.
Sim. É padrão quando a agência precisa.
Acesso mínimo necessário, controle por permissão e registro. Se houver exigência, seguimos política do cliente.
Sim. APIs, ERPs, CRMs, SSO, gateways, o que for necessário. A proposta especifica o escopo de integração.
Sim. A gente entra com diagnóstico, mapeia risco e define uma estratégia: contorno, refatoração por etapas ou substituição.
A gente se adapta ao contexto. Quando dá pra escolher, sugerimos o que reduz tempo e risco pro seu caso.
Base de plataforma já construída e testada, que a gente personaliza e integra. Você ganha velocidade e reduz risco.
Marca, layout, fluxo, regras, integrações e relatórios. Onde houver limite técnico, a gente deixa claro antes.
Depende do nível de customização e integrações, mas costuma ser muito mais rápido que construir do zero.
O que é específico do seu projeto (integrações, regras e entregas do contrato) fica com você. A base/engine pode ser licenciada conforme proposta.
Sim, quando o requisito é informado no início. A gente dimensiona infra e fluxo pra pico (ex.: campanhas e prêmios instantâneos).
Sim, via integração com seu sistema e regras de pontuação definidas no projeto.
Atraso geralmente vem de decisão lenta, escopo expandindo sem prioridade, ou dependência externa. A gente reduz isso com backlog claro e checkpoints.
Priorização explícita e definição do que entra no ciclo. Sem isso, projeto vira fila. Aqui não vira.
Um decisor, um responsável de negócio e acesso ao que for necessário. Sem isso, velocidade cai.
Você pede proposta. A gente faz uma conversa curta, entende objetivo e retorna com modelo, prazo e investimento.
Objetivo, prazo desejado, referências, integrações e quem aprova. Se não tiver tudo, a gente ajuda a organizar.
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